No próximo sábado (1º), o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Nova Palestina (SCFV), também conhecido como Cajun Nova Palestina, será palco da apresentação artística da Banda de Congo Juventudes de São Pedro. A apresentação tem início marcado para às 15 horas.
A iniciativa foi contemplada pelo Edital nº 004/2024 de Chamamento Público de Seleção de Propostas para Apoio a Atividades e Apresentações Artístico-Culturais, no âmbito da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
O grupo, formado por cerca de 15 jovens com idades entre 10 e 16 anos, nasceu em 2024 a partir da iniciativa do monitor e instrutor João Paulo do Santos Luchi e vem realizando ensaios semanais no próprio espaço do SCFV, no bairro Nova Palestina. A ação marca a primeira apresentação pública da banda e busca fortalecer o vínculo da juventude com as tradições culturais capixabas.
Além da apresentação musical, o evento contará com uma roda de conversa com o Mestre Ricardo Sales, integrante do tradicional grupo Amores da Lua, seguida de um cortejo na orla do bairro e um lanche coletivo de confraternização. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, com classificação livre.
Segundo a proponente do projeto, Karolyna Mesquita, a iniciativa tem um papel fundamental na valorização da cultura popular e na promoção da inclusão social. “Nossa equipe de projeto conta com mobilizadores comunitários e profissionais engajados com a equidade e a disseminação da cultura afro-brasileira. O projeto se justifica como uma ação para a promoção de educação patrimonial e inserção cultural através do Congo, patrimônio imaterial do Espírito Santo, promovendo memória e repertório cultural para a juventude em Nova Palestina”, destaca.
Karolyna também ressalta o impacto social da atividade: “A valorização das atividades artísticas e a promoção do Grupo de Congo Juventudes de São Pedro possuem um efeito multiplicador, uma vez que os ensaios acontecem permanentemente e a ação trará visibilidade para o grupo, com possibilidade de despertar mais jovens e promover a inclusão e a representatividade das juventudes periféricas através da arte e cultura”, afirma.
O projeto reforça metas do Plano Municipal de Cultura de Vitória, ao promover o respeito à diversidade cultural, valorizar o patrimônio imaterial e fortalecer as manifestações artísticas locais. O espaço do evento é acessível para pessoas com mobilidade reduzida, conta com banheiros adaptados, e durante a roda de conversa haverá intérprete de Libras, garantindo inclusão e acessibilidade ao público.



