Crianças do Cmei Denizart Santos participam de projeto sobre raízes históricas e culturais – Prefeitura de Vitória

Crianças do Cmei Denizart Santos participam de projeto sobre raízes históricas e culturais


Foto Divulgação

CMEI Denizart Santos, na Ilha do Príncipe, inicia projeto sobre ancestralidade

Projeto Contos que encantam: tecendo nossa ancestralidade no Cmei Denizart Santos.

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CMEI Denizart Santos, na Ilha do Príncipe, inicia projeto sobre ancestralidade

Projeto Contos que encantam: tecendo nossa ancestralidade no Cmei Denizart Santos.

Uma iniciativa que busca despertar a curiosidade das crianças sobre suas origens e conectar o presente às histórias familiares e culturais por meio de contos, músicas e outras linguagens, está encantando as crianças do Centro Municipal de Educação Infantil em Tempo Integral (Cmei TI) Dr Denizart Santos, na Ilha do Príncipe.

O início das atividades do projeto “Contos que encantam: tecendo nossa ancestralidade” contou com uma programação de ambientação imersiva e contação de histórias inspirada na obra “Luana e o Baobá”, de Alessandra Mourão, que aborda a relação com raízes históricas, culturais e genéticas herdadas de gerações anteriores.

Após a atividade, as crianças participaram de uma vivência com instrumentos musicais, o que contribui para o desenvolvimento da coordenação, da percepção rítmica e da expressão corporal.

O projeto também incentiva a participação das famílias, fortalecendo o vínculo com a escola por meio do compartilhamento de memórias e histórias. Segundo relatos, a iniciativa já tem refletido no dia a dia das crianças, que passaram a demonstrar mais interesse por suas origens e histórias familiares.

Para o pequeno Thomas Kloss Ribeiro, do grupo 5, a experiência foi marcante. “A professora disse que a gente é como uma árvore. As histórias dos nossos tataravós são as raízes que deixam a gente bem forte”, contou.

A professora de musicalização, Sidnéia Ferreira Alves Walder, destaca que o projeto contribui para a construção da identidade das crianças. “É uma forma de conectar o presente ao passado de maneira leve e significativa”, afirma.

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