Pela primeira vez, Guarapari passará a contar com um Plano Municipal de Turismo elaborado de forma participativa com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES).
O prefeito, Rodrigo Borges, se reuniu na terça-feira (2) com o superintendente do Sebrae/ES, Pedro Rigo, para alinhar ações de desenvolvimento do turismo no município. A iniciativa é parte da estratégia do Sebrae/ES para impulsionar o turismo por meio das vocações locais.
Também estiveram presentes Ivair Segheto, gerente da regional Sul do Sebrae/ES, Sara Casas, coordenadora do escritório Guarapari do Sebrae/ES, e Eduardo Simões, gerente de ambiente de negócios do Sebrae/ES.
A pauta da reunião teve como um dos assuntos principais a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM). “O Sebrae vai oferecer consultoria técnica especializada para atuar em parceria com a equipe que vai fazer a revisão do PDM. Serão identificadas áreas de interesse turístico, oportunidades de negócio a partir do PDM revisado, além de ser mapeado o tecido empresarial ligado às atividades econômicas conectadas com o turismo. Mais adiante vão acontecer seminários para que investidores conheçam as oportunidades de negócio no município”, detalha Rigo.
O superintendente explica que o PDM orientado ao turismo prepara a cidade para o crescimento ordenado e sustentável, aumentando a atratividade turística, gerando renda e valorizando o território, a cultura e a identidade local.
Para oficializar a parceria, será assinado um termo de cooperação técnica entre o Sebrae/ES e a Prefeitura de Guarapari, durante a cerimônia de entrega do Plano Municipal de Turismo de Guarapari, que acontece no próximo dia 9, às 8h30, no Sesc Guarapari.
“A construção participativa do Plano Municipal de Turismo é um marco histórico para Guarapari, visto que representa a consolidação de um planejamento estratégico feito a várias mãos: poder público, empresários, entidades e sociedade civil. O município passa a contar com um documento técnico estruturado e validado coletivamente, que reflete os anseios e vocações locais. Essa abordagem garante legitimidade, maior engajamento dos atores envolvidos”, reforça Pedro Rigo.




