Conselho da Criança e do Adolescente realiza formação sobre Comunicação Não Violenta – Prefeitura de Vitória

Conselho da Criança e do Adolescente realiza formação sobre Comunicação Não Violenta



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O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Vitória (Concav) promove, no próximo dia 21 de agosto, o 2º módulo de formação sobre Comunicação Não Violenta (CNV) para os Conselheiros Tutelares de Vitória. A proposta é aprimorar a abordagem técnica e humanizada, focando em qualificar a maneira como o Conselheiro conduz as situações cotidianas. A formação, que ocorrerá na Fafi, das 8 às 12 horas. 

A presidente do Concav, Jévita Coutinho, contou que a formação faz parte da agenda de capacitação continuada dos conselheiros e conselheiras, cuja rotina é lidar com situações complexas, visando uma comunicação mais clara, respeitosa e assertiva, sem perder a firmeza necessária ao exercício da função.

“Estamos voltando nosso olhar para a formação dos conselheiros e conselheiras tutelares. Essa é uma de nossas prioridades. Eles são a linha de frente da proteção. Ao prepará-los, estamos garantindo às crianças e adolescentes o direito ao acolhimento, ao atendimento humanizado e, principalmente, que não sejam revitimizados”, destacou.

Para a secretária de Assistência Social de Vitória, Carla Scardua, qualificar a rede de proteção é uma forma de assegurar um acolhimento ainda mais empático e mais atento às necessidades, desde o primeiro contato. “Conselheiros e conselheiras precisam estar cada vez mais preparados para garantir essa proteção de forma integral salvaguardando todos os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”, enfatizou a secretária Carla Scardua.

A Comunicação Não Violenta (CNV) também pode ser relacionada diretamente à qualidade de vida no trabalho dos Conselheiros Tutelares. Essa conexão é importante porque o trabalho do Conselho Tutelar envolve situações de conflito, pressão, sofrimento, urgência e tomada de decisões difíceis, o que pode repercutir nas relações entre os próprios conselheiros e no ambiente de trabalho.

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